E.NJOY #26 @ LE BOY
: video
* * * * *
3.11.06
31.10.06
ENTREVISTINHA - M-VEE
: ENTREVISTINHA COM DJ MARCUS VINÍCIUS
: por Andre Garça

CC - Você lançará um CD duplo em Janeiro de 2007, pela Som Livre. Qual a diferença do lado A para o lado B?
MV - A idéia de fazer um CD duplo partiu, em princípio, da quantidade de músicas boas que temos rolando por aí. Ficaria muito complicado eleger apenas 14 ou 15 músicas para o CD e com certeza ficaríamos com um repertório muito restrito. Mas um outro fator que nos fez pensar no álbum duplo foi a diversidade de estilos que hoje a noite GLS consome: house, tribal-house, electro, electro-tribal, progressive, etc. Teremos diferenças entre os dois CDs: O CD White será um pouco mais comercial com a grande maioria dos hits. Podemos citar alguns já confirmados: Starkillers - Discoteka, Mink - Glory of Love, Black Spider - Heart of the sun, Solu Music - Fade, Jimmy James - Fashionista, Rihana - Unfaithful, Offer Nissim - Alone, Tony Moran & Deep Influence - Café com Alegria e o hit do momento: Feel my house music, do Luis Erre. No CD Black teremos um pouco mais de "peso" e conceito como é o caso das faixas: DJ Chus - That Feeling, DJ Tatana feat Joanna - If I could, Outwork - Electro, The Egg - Walking away, Saxo - La bruit de la forret, Til Westwood - The Same Man, Kobbe & Terranova e a novíssima Slave. Minhas produções, do meu prjeto Love Groove, também estarão no CD: "My Otherside" (2007 Ferosh Rework), "Animal Love" e "Everybody's Free" (feat Rozalla).
CC - O que passou na sua cabeça quando soube que sua produção "My Otherside" foi tocada por Offer Nissim em São Paulo?
MV - É fantástico você saber que um DJ como Offer Nissim tocou uma produção sua; só quem produz sabe o que isso representa. Offer recebeu a faixa "My Otherside" das mãos da Tracy Young. Ela me disse que quando tocou a música e Offer ouviu, teve que dar o CD pra ele assim que a música acabou... (risos) Adorei!!! Além de você saber que DJs TOP tocam a sua música, o mais legal é saber que eles querem colocar em suas compilações, como é o caso da Tracy, que vai colocar uma nova versão de "My Otherside", que fiz especialmente para ela, no seu novo CD que sai em Janeiro.
CC - Depois de 2 anos você finalmente vai tocar na E.njoy (nov/006), a festa do Cena Carioca. O que o público pode esperar?
MV - Fiquei muito muito feliz com o convite. A E.njoy é uma festa, que apesar de nova, chegou com um conceito e uma maturidade impressionante. Goodvibes, inovação, criatividade, ousadia e bom gosto, muito bom gosto; esses são os adjetivos que uma fasta precisa para ser uma grande festa, adjetivos esses que você encontra em todas as edições da Enjoy. Não tenho palavras para agradecer o convite! :) Do meu set o público pode esperar muita energia, um som mais europeu (que é o que costumo fazer quando faço o warm-up, e produções novas do Love Groove (rs). Que venha a E.njoy!
+ info:
MySpace.com/lovegroovebymvee
: por Andre Garça
CC - Você lançará um CD duplo em Janeiro de 2007, pela Som Livre. Qual a diferença do lado A para o lado B?
MV - A idéia de fazer um CD duplo partiu, em princípio, da quantidade de músicas boas que temos rolando por aí. Ficaria muito complicado eleger apenas 14 ou 15 músicas para o CD e com certeza ficaríamos com um repertório muito restrito. Mas um outro fator que nos fez pensar no álbum duplo foi a diversidade de estilos que hoje a noite GLS consome: house, tribal-house, electro, electro-tribal, progressive, etc. Teremos diferenças entre os dois CDs: O CD White será um pouco mais comercial com a grande maioria dos hits. Podemos citar alguns já confirmados: Starkillers - Discoteka, Mink - Glory of Love, Black Spider - Heart of the sun, Solu Music - Fade, Jimmy James - Fashionista, Rihana - Unfaithful, Offer Nissim - Alone, Tony Moran & Deep Influence - Café com Alegria e o hit do momento: Feel my house music, do Luis Erre. No CD Black teremos um pouco mais de "peso" e conceito como é o caso das faixas: DJ Chus - That Feeling, DJ Tatana feat Joanna - If I could, Outwork - Electro, The Egg - Walking away, Saxo - La bruit de la forret, Til Westwood - The Same Man, Kobbe & Terranova e a novíssima Slave. Minhas produções, do meu prjeto Love Groove, também estarão no CD: "My Otherside" (2007 Ferosh Rework), "Animal Love" e "Everybody's Free" (feat Rozalla).
MV - É fantástico você saber que um DJ como Offer Nissim tocou uma produção sua; só quem produz sabe o que isso representa. Offer recebeu a faixa "My Otherside" das mãos da Tracy Young. Ela me disse que quando tocou a música e Offer ouviu, teve que dar o CD pra ele assim que a música acabou... (risos) Adorei!!! Além de você saber que DJs TOP tocam a sua música, o mais legal é saber que eles querem colocar em suas compilações, como é o caso da Tracy, que vai colocar uma nova versão de "My Otherside", que fiz especialmente para ela, no seu novo CD que sai em Janeiro.
CC - Depois de 2 anos você finalmente vai tocar na E.njoy (nov/006), a festa do Cena Carioca. O que o público pode esperar?
* * * * * *
+ info:
MySpace.com/lovegroovebymvee
DAFT PUNK IN RIO
DAFT PUNK @ TIM FESTIVAL
: vídeos
Trechos da show do Daft Punk em sua passagem pelo Tim Festival (Marina da Glória), em 27 de outbro de 2006.
1 - Technologic
2 - One More Time
3 - Around The World
4 - Too Long
: vídeos
Trechos da show do Daft Punk em sua passagem pelo Tim Festival (Marina da Glória), em 27 de outbro de 2006.
1 - Technologic
2 - One More Time
3 - Around The World
4 - Too Long
24.10.06
videos São Paulo
VÍDEOS - SÃO PAULO
: THE WEEK
Offer Nissim arrasando e mixando na The Week, na festa comemorativa dos 2 anos da Babylon.
* * * * *
: MAGMA & SALVATION
Muitas performances marcaram a festa...
.
: THE WEEK
Offer Nissim arrasando e mixando na The Week, na festa comemorativa dos 2 anos da Babylon.
: MAGMA & SALVATION
Muitas performances marcaram a festa...
.
20.10.06
Renato Rossoni - Happy Valley
: CONEXÃO NEW YORK
WELCOME TO THE HAPPY VALLEY
: Por Renato Rossoni
É lá, em meio a gays, caretas, modelinhos, e umas senhorinhas mucho lokas, que os alguns cuties da cidade dão muita pinta comandados pela musa do fotógrafo David La Chapelle, Amanda Lepore.
Amanda é ícone e símbolo máximo da cena electro de Nova York. Descoberta no início dos anos 90 pelo famoso promoter Michael Alig (vivido no cinema por Macauly Culkin, em "Party Monster"), a "moça" - nascida Armand Lepore ? é o centro das atenções do subsolo do club... Onde fica a pistinha mais bombada. Aliás, se você espera encontrar algum gênero específico de música... Forget about it! O lema para aqueles que freqüentam o Happy Valley é HAVE FUN. Espere de tudo: de rockinhos clássicos ao techno, além de muitos hits de Electroclash* (aqueles que a gente tá bem acostumado a ouvir nas pistas brasileiras). Ah! Não estranhe também se o DJ soltar algum funk carioca. Não tô falando que dá de tudo? Yes, Sir... Funk carioca na linha Deize Tigrona. Tá? E no andar térreo, com direito a um mega globo de espelhos onde fica a cabine do DJ (qualquer semelhança com o último show de Madonna não deve ser mera coincidência), o animadão Larry Tee é quem comanda as pick-ups. Para quem conhece Mr Tee vai ser fácil imaginar ele dentro de uma disco ball administrando tudo, com aquele jeito de quem sabe exatamente o que o povo quer. Se liga que Larry Tee também se apresenta no Club DUVET, às quintas, e na Bank Club, aos sábados. O cara não pára!!!
Projetado pelo designer de moda Jeremy Scott, o Happy Valley (nas terças) é de longe uma das noites mais divertidas da Big Apple. Não deixe de conferir.
Dica: em NYC, quando as boates lotam só quem "está na lista" consegue entrar. Então corre no site www.happyvalleynyc.com e já subscribe... Pra depois não ficar de fora. ; )
Fotos: Fred Vannucci Braz
12.10.06
ENTREVISTA - 808SEX
808SEX
: entrevista
: por Dado Marietti

DM: Se vocês tivessem que definir a banda por um poema de Bukowski, qual seria?
808Sex: Seria o "Some Of My Readers" (Algumas das Minhas Leitoras), que inspirou a letra da nossa música "Missed Them".
DM: Como a banda começou de fato? E quem é responsável pelo o que exatamente?
808Sex: Chernobyl e Samantha estavam ouvindo Miss Kittin no carro após várias doses de saquê, Samantha X queria saber o q era 808, e explicamos que era o modelo da bateria eletrônica mais old school do electro. Fomos ao Beco, casa underground de electro-rock de Porto Alegre, e dançamos muito. Como o Chernobyl já vinha fazendo um trabalho de electro, resolvemos juntar as forças a vontade de cantar de uma menina jornalista e o peso da guitarra do Nando. Inventamos a 808Sex. Portando, Nando é o guitarrista, Samantha X no vocal e Chernobyl na produção eletrônica e DJ. Ah, e todos compõem.
DM: Esse é o primeiro show de vocês no sudeste, e numa boate clássica da noite eletrônica carioca, o Dama de Ferro. Vocês acham que esse pode ser o início de um sucesso no eixo Rio - São Paulo?
808Sex: Estamos loucos pra fazer esse show no Dama, e isso já é um namoro antigo com o Moreira, produtor da Electroboogie. Finalmente acertamos as datas e, com certeza, a partir desta sexta-feira 13 queremos começar um trabalho no eixo Rio - São Paulo. Já temos shows agendados em SP e Florianópolis também, fora Porto Alegre e na Oktoberfest (surreal!).
DM: De artistas de música eletrônica, quais são referências para vocês?
808Sex: Tem muita gente contemporânea fazendo coisas boas, mas preferimos nos inspirar em gente mais antiga para, a partir daí, criar algo novo. Kraftwerk, Alien Sex Fiend, Devo, Afrika Bambaataa e Ministry Of Sound nos dão a base que mixamos com Hole, Cindy Lauper, Le Tigre, Peaches e por aí vai.
DM: Chernobyl, você está produzindo o novo CD da Deise Tigrona. Podemos esperar um encontro do funk carioca com o electro?
808Sex: Serão vários produtores, até onde eu sei. Mas onde estou botando a mão, estou dando um caráter mais electro com miami bass, menos tamborzão. A faixa "Nove Dedos", produzida por mim, já está entrando numa compilação japonesa de funk, pelo selo KSR, que lançará Turbo Trio também.
DM: A estética do vídeo "#26" de vocês é simples, bonita e vendável. Existe uma preocupação em não se limitar apenas ao underground?
808Sex: A nossa preocupação está em fazer boa música pesada e dançante, e fugir de qualquer padrão de rádio do Brasil. O clipe ficou bonito e vendável por bom gosto de todo pessoal que trabalhou, mas nosso próximo poderá ser uma "trasheira-sangrenta". Quem sabe? O underground já adquiriu outras maneiras de se expor, como a internet, que é totalmente responsável pela nossa divulgação.
DM: Como andam as gravações do vídeo de "Let Me Go"? Qual o conceito do vídeo? Quem vai dirigir?
808Sex: "Let Me Go" ainda está na fase do roteiro, será dirigido por Marcello Lima também. Nesse clique queremos mostrar o clima 808Sex show, em um ambiente mais industrial, dark, obscuro, sujo e pesado.
DM: "808 é referência à clássica bateria eletrônica TR 808 utilizada na década de 80, e SEX fica por conta da sensualidade irrevogável aplicada nas composições." As letras de vocês falam, além de sexo, sobre o quê?
808Sex: Além de sexo, falamos de mau-comportamento, maus-hábitos e vícios que consideramos características de todos os seres humanos. Fraquezas, desejos proibidos, amores doentios...
Trecho de "Expecting Your Love":
"Memories out of my mind
I don?t remember what I did last night
Totally out of control
Devil blows my destiny
It?s something I know"
DM: O espaço no Brasil para bandas de música eletrônica é bem reduzido, tanto que o Bonde do Rolê (que foi produzido pelo Chernobyl), Digitaria e o Cansei de Ser Sexy, que está lotando os clubes pela Europa, estão focando o mercado internacional. O que vocês pensam em fazer, ficar no Brasil ou ir buscar espaço no mundo eletrônico europeu/americano?
808Sex: Na verdade queremos ser reconhecidos aqui e fora, mas sabemos que no país do techno-brega a coisa é limitada, porém aumenta cada vez mais. Então sempre estamos enviando material para fora do país porque achamos que 808Sex tem uma linguagem mundial e muita gente pela internet fica surpresa quando descobre que somos do Brasil.
: entrevista
: por Dado Marietti
DM: Se vocês tivessem que definir a banda por um poema de Bukowski, qual seria?
808Sex: Seria o "Some Of My Readers" (Algumas das Minhas Leitoras), que inspirou a letra da nossa música "Missed Them".
DM: Como a banda começou de fato? E quem é responsável pelo o que exatamente?
DM: Esse é o primeiro show de vocês no sudeste, e numa boate clássica da noite eletrônica carioca, o Dama de Ferro. Vocês acham que esse pode ser o início de um sucesso no eixo Rio - São Paulo?
808Sex: Estamos loucos pra fazer esse show no Dama, e isso já é um namoro antigo com o Moreira, produtor da Electroboogie. Finalmente acertamos as datas e, com certeza, a partir desta sexta-feira 13 queremos começar um trabalho no eixo Rio - São Paulo. Já temos shows agendados em SP e Florianópolis também, fora Porto Alegre e na Oktoberfest (surreal!).
DM: De artistas de música eletrônica, quais são referências para vocês?
808Sex: Tem muita gente contemporânea fazendo coisas boas, mas preferimos nos inspirar em gente mais antiga para, a partir daí, criar algo novo. Kraftwerk, Alien Sex Fiend, Devo, Afrika Bambaataa e Ministry Of Sound nos dão a base que mixamos com Hole, Cindy Lauper, Le Tigre, Peaches e por aí vai.
808Sex: Serão vários produtores, até onde eu sei. Mas onde estou botando a mão, estou dando um caráter mais electro com miami bass, menos tamborzão. A faixa "Nove Dedos", produzida por mim, já está entrando numa compilação japonesa de funk, pelo selo KSR, que lançará Turbo Trio também.
DM: A estética do vídeo "#26" de vocês é simples, bonita e vendável. Existe uma preocupação em não se limitar apenas ao underground?
808Sex: A nossa preocupação está em fazer boa música pesada e dançante, e fugir de qualquer padrão de rádio do Brasil. O clipe ficou bonito e vendável por bom gosto de todo pessoal que trabalhou, mas nosso próximo poderá ser uma "trasheira-sangrenta". Quem sabe? O underground já adquiriu outras maneiras de se expor, como a internet, que é totalmente responsável pela nossa divulgação.
DM: Como andam as gravações do vídeo de "Let Me Go"? Qual o conceito do vídeo? Quem vai dirigir?
808Sex: "Let Me Go" ainda está na fase do roteiro, será dirigido por Marcello Lima também. Nesse clique queremos mostrar o clima 808Sex show, em um ambiente mais industrial, dark, obscuro, sujo e pesado.
808Sex: Além de sexo, falamos de mau-comportamento, maus-hábitos e vícios que consideramos características de todos os seres humanos. Fraquezas, desejos proibidos, amores doentios...
Trecho de "Expecting Your Love":
"Memories out of my mind
I don?t remember what I did last night
Totally out of control
Devil blows my destiny
It?s something I know"
DM: O espaço no Brasil para bandas de música eletrônica é bem reduzido, tanto que o Bonde do Rolê (que foi produzido pelo Chernobyl), Digitaria e o Cansei de Ser Sexy, que está lotando os clubes pela Europa, estão focando o mercado internacional. O que vocês pensam em fazer, ficar no Brasil ou ir buscar espaço no mundo eletrônico europeu/americano?
808Sex: Na verdade queremos ser reconhecidos aqui e fora, mas sabemos que no país do techno-brega a coisa é limitada, porém aumenta cada vez mais. Então sempre estamos enviando material para fora do país porque achamos que 808Sex tem uma linguagem mundial e muita gente pela internet fica surpresa quando descobre que somos do Brasil.
27.9.06
THE WEEK 2ANOS
THE WEEK 2 ANOS
: video (novos)
A The Week comemorou 2 anos em grande estilo no sábado, 23|09.
Confira aqui o momento em que o club parou tudo para ouvir o agradecimento do produtor André Almada ao público e equipe.
DJ Renato Cecin no som e a pista bombando!
Incrível!
DJ João Neto tocando animado!
Kristine W cantando "I´ll be your light"
: video (novos)
A The Week comemorou 2 anos em grande estilo no sábado, 23|09.
Confira aqui o momento em que o club parou tudo para ouvir o agradecimento do produtor André Almada ao público e equipe.
DJ Renato Cecin no som e a pista bombando!
Incrível!
DJ João Neto tocando animado!
Kristine W cantando "I´ll be your light"
21.9.06
PANTERA
TAPA NA PANTERA
: video
"Tapa na Pantera" é uns dos mais famosos videos do YouTube entre os brasileiros. A atriz Maria Alice Vergueiro ganhou fama inesperada depois que o curta foi parar na rede. O sucesso fez ultrapassar a marca de 2 milhões de acessos.
A senhora que dá um "tapa na pantera", fala de maconha e demonstra uma felicidade tão espontânea, é irresistível e certamente será lembrada no futuro como ícone cult.
Confira:
TAPA NA PANTERA
- 3 vídeos seguidos da ordem que foram aparecendo...
ENTREVISTA
- Maria Alice Vergueiro para o portal Terra. Entrevista surreal!
: video
"Tapa na Pantera" é uns dos mais famosos videos do YouTube entre os brasileiros. A atriz Maria Alice Vergueiro ganhou fama inesperada depois que o curta foi parar na rede. O sucesso fez ultrapassar a marca de 2 milhões de acessos.
A senhora que dá um "tapa na pantera", fala de maconha e demonstra uma felicidade tão espontânea, é irresistível e certamente será lembrada no futuro como ícone cult.
Confira:
TAPA NA PANTERA
- 3 vídeos seguidos da ordem que foram aparecendo...
ENTREVISTA
- Maria Alice Vergueiro para o portal Terra. Entrevista surreal!
14.9.06
Ipanema stereo bach
IPANEMA STEREO BEACH 2006
: video
Vídeo e foto do evento Ipanema Stereo Beach, que rolou no reveillon de 2006 nas areias de Ipanema, levando muita musica eletrônica para mais de 300.000 pessoas.



: video
Vídeo e foto do evento Ipanema Stereo Beach, que rolou no reveillon de 2006 nas areias de Ipanema, levando muita musica eletrônica para mais de 300.000 pessoas.
21.8.06
KETAMINA - DEPRESSÃO
KETAMINA E DEPRESSÃO
Cientistas americanos dizem que a droga anestésica ketamina pode tratar a depressão em algumas horas.
Eles fizeram um estudo com 17 pacientes sofrendo de depressão severa que haviam sido tratados, sem sucesso, com pelo menos dois tipos de anti-depressivos.
Segundo os cientistas do National Institute of Health em Bethesda, Maryland, nos Estados Unidos, os efeitos benéficos da ketamina foram sentidos em menos de duas horas e duraram cerca de uma semana.
O estudo foi publicado na revista Archives of General Psychiatry.
A maioria dos tratamentos atuais para depressão demora semanas e até meses para aliviar os sintomas.
A droga ketamina é um poderoso anestésico usado em humanos e animais. Ela também é usada como droga recreativa.
Para o estudo, os voluntários foram injetados alternadamente com ketamina ou com um placebo.
Os pesquisadores mediram os índices de depressão dos participantes minutos, horas e dias após as injeções.
O coordenador da pesquisa, Carlos Zarata Jr, disse: "Dentro de 110 minutos, a metade dos pacientes que receberam ketamina mostrou uma diminuição de 50% nos sintomas".
No final do primeiro dia, 71% dos voluntários mostraram sinais de melhora. E 29% deles ficaram livres de sintomas.
Os pesquisadores também descobriram que, para mais de um terço dos participantes, o efeito de uma dose durou ao menos uma semana.
Muitos antidepressivos atuam sobre substâncias presentes no cérebro como a seratonina e a dopamina, mas seu efeito só começa a ser sentido depois de várias semanas.
Os pesquisadores americanos acreditam que a ketamina tem um efeito mais rápido porque age sobre uma proteína diferente, o receptor NMDA, que estaria associada ao aprendizado e à memória.
Mas, segundo os cientistas, a droga não poderia ser usada na forma atual por causa dos efeitos colaterais de doses altas, entre eles, alucinações e euforia.
"Esse estudo é um instrumento para nos ajudar a entender qual parte da ketamina está causando o efeito, para que possamos refinar e desenvolver drogas melhores", disse Zarate.
"Estamos também procurando formas de usar a ketamina, talvez em doses mais baixas ou em conjunto com drogas que bloqueiem seus efeitos na percepção, para que possamos administrá-la clinicamente", acrescentou.
Comentando o estudo, o professor de toxicologia John Henry, do hospital St. Mary's, em Londres, disse que o estudo é promissor.
Para ele, uma droga de efeito mais rápido traria muitos benefícios.
"As pessoas poderiam voltar ao trabalho mais rápido, e (a droga) também reduziria o risco de suicídio e auto-abuso", disse.
* * * * * * * *
Traduzido de:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/5253800.stm
Ketamina na Wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ketamina
Eles fizeram um estudo com 17 pacientes sofrendo de depressão severa que haviam sido tratados, sem sucesso, com pelo menos dois tipos de anti-depressivos.
Segundo os cientistas do National Institute of Health em Bethesda, Maryland, nos Estados Unidos, os efeitos benéficos da ketamina foram sentidos em menos de duas horas e duraram cerca de uma semana.
O estudo foi publicado na revista Archives of General Psychiatry.
A maioria dos tratamentos atuais para depressão demora semanas e até meses para aliviar os sintomas.
Para o estudo, os voluntários foram injetados alternadamente com ketamina ou com um placebo.
Os pesquisadores mediram os índices de depressão dos participantes minutos, horas e dias após as injeções.
O coordenador da pesquisa, Carlos Zarata Jr, disse: "Dentro de 110 minutos, a metade dos pacientes que receberam ketamina mostrou uma diminuição de 50% nos sintomas".
No final do primeiro dia, 71% dos voluntários mostraram sinais de melhora. E 29% deles ficaram livres de sintomas.
Muitos antidepressivos atuam sobre substâncias presentes no cérebro como a seratonina e a dopamina, mas seu efeito só começa a ser sentido depois de várias semanas.
Os pesquisadores americanos acreditam que a ketamina tem um efeito mais rápido porque age sobre uma proteína diferente, o receptor NMDA, que estaria associada ao aprendizado e à memória.
Mas, segundo os cientistas, a droga não poderia ser usada na forma atual por causa dos efeitos colaterais de doses altas, entre eles, alucinações e euforia.
"Esse estudo é um instrumento para nos ajudar a entender qual parte da ketamina está causando o efeito, para que possamos refinar e desenvolver drogas melhores", disse Zarate.
Comentando o estudo, o professor de toxicologia John Henry, do hospital St. Mary's, em Londres, disse que o estudo é promissor.
Para ele, uma droga de efeito mais rápido traria muitos benefícios.
"As pessoas poderiam voltar ao trabalho mais rápido, e (a droga) também reduziria o risco de suicídio e auto-abuso", disse.
Traduzido de:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/5253800.stm
Ketamina na Wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ketamina
9.8.06
VIDEO CIRQUE IDEAL
CIRQUE IDÉAL
: video
Vídeo gravado às 07h30 da manhã na reinauguração do Cine Ideal.
Na vibe do Cirque du Soleil, que chega ao país com o espetáculo Saltimbancos, as bees se jogam na pista mostrando que há muito mais do que colocação na vida clubber. Pra se divertir, vale qualquer coisa. Foi um show de movimentos acrobáticos misturados com passinhos acompanhando as batidas...
Piadas à parte, a menina e os meninos fazem escola de circo e ginástica olímpica.
PART 1 - Conheça o novo Cine... Cirque Idéal!
PARTE 2 - Brasileirinho perde...!
: video
Vídeo gravado às 07h30 da manhã na reinauguração do Cine Ideal.
Na vibe do Cirque du Soleil, que chega ao país com o espetáculo Saltimbancos, as bees se jogam na pista mostrando que há muito mais do que colocação na vida clubber. Pra se divertir, vale qualquer coisa. Foi um show de movimentos acrobáticos misturados com passinhos acompanhando as batidas...
Piadas à parte, a menina e os meninos fazem escola de circo e ginástica olímpica.
PART 1 - Conheça o novo Cine... Cirque Idéal!
PARTE 2 - Brasileirinho perde...!
* * * * *
18.7.06
FASHIONISTA
FASHIONISTA - JIMMY JAMES
: letra
Essa é uma das músicas bombadas nas pistas do mundo inteiro... O tema fashion fez o track cair no gosto do público e dos produtores, tendo versões house, progressive e electro...
Na CORTIÇA um momento divertido na festa E.njoy...
Confira a letra:
Everybody line up! The show is about to start!
Places! The show is about to start!
You have to show a look, Have a look, Or give a look!
Faces! Beautiful!
No one ugly allowed!
Are you ready? Here we go!
Fashion is the art
designers are the gods
Models play the part of angels in the dark
Which one of you would ever dare to go against
That beauty is a trade and everyone is paid
Fashionista
How do you look?
New York, London, Paris, Milan, Tokyo
I think it?s in Japan!
Asia, Malaysia, Las Vegas to play,
LA, if you pay my way!
Fashionista
How do you look?
Sean John, Calvin Klein,
Donna Karan, Fashion Line
Valentino, YSL,
Ferragamo and Chanel.
Hosting Gucci Fiarruci,
don?t forget my Bucci!
Fendi and Armani,
God I miss Gianni!
Kenneth Cole, Michael Kors,
Mr Ford I can?t afford
D&G and BCBG,
looking good is never easy!
Alexander, Herkolvitch,
Naomi Campbell?s such a bitch!
I wanna be delgada
to fit into my Prada.
Oscar de la Renta,
Louis Vuitton
Imitation?
Oh Christ! Beauty has a price!
Fashionista
How do you look?
What are you wearing?
: letra
Essa é uma das músicas bombadas nas pistas do mundo inteiro... O tema fashion fez o track cair no gosto do público e dos produtores, tendo versões house, progressive e electro...
Na CORTIÇA um momento divertido na festa E.njoy...
Confira a letra:
Everybody line up! The show is about to start!
Places! The show is about to start!
You have to show a look, Have a look, Or give a look!
Faces! Beautiful!
No one ugly allowed!
Are you ready? Here we go!
Fashion is the art
designers are the gods
Models play the part of angels in the dark
Which one of you would ever dare to go against
That beauty is a trade and everyone is paid
Fashionista
How do you look?
New York, London, Paris, Milan, Tokyo
I think it?s in Japan!
Asia, Malaysia, Las Vegas to play,
LA, if you pay my way!
Fashionista
How do you look?
Sean John, Calvin Klein,
Donna Karan, Fashion Line
Valentino, YSL,
Ferragamo and Chanel.
Hosting Gucci Fiarruci,
don?t forget my Bucci!
Fendi and Armani,
God I miss Gianni!
Kenneth Cole, Michael Kors,
Mr Ford I can?t afford
D&G and BCBG,
looking good is never easy!
Alexander, Herkolvitch,
Naomi Campbell?s such a bitch!
I wanna be delgada
to fit into my Prada.
Oscar de la Renta,
Louis Vuitton
Imitation?
Oh Christ! Beauty has a price!
Fashionista
How do you look?
What are you wearing?
7.6.06
ENTREVISTA - DANGEROUSMUSE
DANGEROUS MUSE
: entrevista
: por Dado Marietti
Mike Furey (Vocal) e Tom Napack (Sintetizador) estão sendo considerados responsáveis pela volta da cena Electroclash nova-iorquina, que muitos consideraram ter acabado. Com o primeiro single, "The Rejection", eles alcançaram o topo das paradas, foram capa de revista e agora estão aqui no Cenacarioca numa entrevista mais que exclusiva feita por Dado Marietti.

DM: Vocês acabaram de filmar o primeiro vídeo da banda, que é para a música "The Rejection". Qual o conceito do vídeo? E quando ele será lançado?
MF: A gente tinha supostamente acabado de filmar, mas criamos uma parte nova que ainda nem foi filmada. Na verdade, você é a primeira pessoa com quem eu falo sobre isso. O vídeo agora vai ser divido em duas partes. A primeira, que já foi filmada, é a perfomance minha e do Tom, com fundo branco e fundo preto. A parte nova é uma história criada em cima do título dá música (A Rejeição). Uma garota que dá em cima de um garoto, que é gay. O garoto gay que dá em cima de um cara, que é hétero. O hétero que dá em cima de uma garota que é lésbica. E a lésbica que dá em cima de uma garota que é hétero. A intenção é mostrar a "rejeição" em diferentes cenários, em diferentes aspectos. E ele se der tudo certo, ele deve ser lançado em julho. [O vídeo terminou de ser filmado nesse último fim-de-semana.]
DM: A letra de "The Rejection" fala de rejeição. "Apart" fala sobre um amor que sofre com a distância. Mas o que fala a letra de "All Yours (Not The Doctor)"?
MF: "All Yours" é uma música que ironiza com expressões médicas, expressões profissionais, levando para uma conotação mais sexual. Como por exemplo, "Does it hurt when I push here?" (Dói quando eu aperto aqui?), que é uma expressão médica clássica que a gente levou para o lado sexual. É uma música cheia de duplo sentido.
DM: Em "Apart", além da distância eu entendo esse trecho:

"They don't feel how we do
And we can't change our hearts
For theirs, though times we want to
They don't think like we do
And we can't change their minds,
Though times, again we try to"
["Eles não sentem como a gente
E nós não podemos mudar nossos corações
Pelo deles, embora às vezes nós quisessemos
Eles não pensam como a gente
E nós não podemos mudar a cabeça deles,
Embora às vezes, de novo nós tentássemos"]
como um questionamento sobre as pessoas em geral julgarem e entenderem o amor pela associação de gêneros diferentes, e não por entenderem o amor pelo ser humano em si. Poderia ser?
MF: Linda interpretação. E sim, totalmente se aplica. É isso que eu gosto, das pessoas lendo minhas letras e tendo diversas interpretações sobre aquilo, surgindo até com novos significados. Fico muito feliz quando isso acontece. Obrigado mesmo.
DM: Como você e o Tom se conheceram?

MF: Eu e o Tom nos conhecemos num casting para o espetáculo "Tommy", baseado no The Who, e por acaso, nós tínhamos uma amiga em comum, na verdade ela é uma das minhas melhores amigas. Tom estava criando músicas com um sintetizador, e procurava alguém que escrevesse e cantasse músicas, e eu escrevia e cantava e procurava alguém que tivesse a tecnologia, então ela teve a idéia de unir a gente, e assim começou o Dangerous Muse.
DM: Vocês saíram na capa da 'The Advocate', a revista gay de maior vendagem nos Estados Unidos. Na capa eles se referem a vocês como "Hot Queer Beats". Eu li que vocês evitam rótulos como homossexual, heterossexual, bissexual. Então vocês seriam pessoas que gostam de pessoas, independente do que elas têm entre as pernas?
MF: É exatamente isso. A gente recebeu várias críticas por ter dito que não gostamos da chamada da capa. Mas não é que a gente negue o "queer" (gay), a gente nega os rótulos. O termo gay é muito carregado de características que estão ultrapassadas, velhas mesmo. Existem diversos tipos de homens que gostam de homens, homens que gostam de mulheres, homens que gostam de homens e mulheres, e vice-versa. O que eu não acho legal é rotular tantas personalidades diferentes, tantos estilos de vidas diferentes como uma coisa só.
DM: E o novo álbum, quando ele vai ser lançado? Vai ser outro EP? Qual o nome?
MF: O nome vai ser "Give Me Danger", que é o nome de uma das músicas novas, que provavelmente vai ser a primeira música de trabalho do novo álbum. Mas a gente está resolvendo sobre o lançamento agora. Ou a gente lança um outro EP, com cinco músicas, no final de agosto, início de setembro, ou a gente faz um álbum mesmo, com 10 músicas, que seria lançado em dezembro. Mas tanto um quanto o outro seriam nosso primeiro lançamento físico (O "The Rejection EP", primeiro álbum da banda, só está disponível para compra no formato digital), então eles terão duas músicas do primeiro CD, "Apart? e "The Rejection". A dúvida é que a gente não queria deixar o pessoal que curte a gente esperando tanto tempo, mas vamos ver o que vai acontecer.
DM: Você tem ficado muito tempo em L.A. ultimamente. Quais são as maiores diferenças da cena eletrônica de Nova Iorque e Los Angeles?
MF: Em Nova Iorque, você sai à noite, e você escuta basicamente Rock, Electroclash, Hip-Hop, e quem sabe um Pop chiclete. Em Los Angeles a cena é mais progressiva, mais ligada aos novos estilos, é tudo sempre muito novo.
DM: E você foi ao último Winter Music Conference, em Miami. Como foi?
MF: Foi legal, mas eu não acho que é um lugar muito bom para novos artistas. Mas foi um ótimo lugar para conhecer pessoas, trocar experiências. Com certeza foi válido por isso.
DM: Quais são as suas influências? O que você tem escutado agora?
MF: Acho que tudo me influencia. Eu sempre tento experimentar coisas novas, lugares novos, a diferença e a novidade me inspiram. E eu tenho escutado bastante coisa por agora. Vou te dar uma lista completa, e longa. Rs. Bauhaus, Daft Punk, David Bowie, Dirty Sanchez, Erasure, Madonna, Joy Division, Les Rythmes Digitales, M.I.A., Morissey, Notorious BIG, Phil Collins, The Rapture, Red Hot Chili Peppers e Royksopp.
DM: O que você gostaria que as pessoas soubessem sobre você ou sobre a banda que nunca te perguntaram?
MF: Nunca me perguntaram sobre o meu hobby. Mas eu faço esculturas com argila e cerâmicas. E eu amo desenhar. Eu tenho sentido muita falta de fazer isso porque não tenho tido tempo. E sobre a banda, é que a gente está envolvido em tudo. A gente cuida de todo material gráfico, eu fiz o site dangerousmuse.com, e até pouco tempo atrás nós éramos nosso próprio empresário e nosso relações públicas. Então não é só a música, nós estamos envolvidos em todo o processo.
# # # # #
UM PEDACINHO DOS BASTIDORES DO NOVO VIDEO "THE REJECTION".
___dangerousmuse.com
: entrevista
: por Dado Marietti
Mike Furey (Vocal) e Tom Napack (Sintetizador) estão sendo considerados responsáveis pela volta da cena Electroclash nova-iorquina, que muitos consideraram ter acabado. Com o primeiro single, "The Rejection", eles alcançaram o topo das paradas, foram capa de revista e agora estão aqui no Cenacarioca numa entrevista mais que exclusiva feita por Dado Marietti.
DM: Vocês acabaram de filmar o primeiro vídeo da banda, que é para a música "The Rejection". Qual o conceito do vídeo? E quando ele será lançado?
MF: A gente tinha supostamente acabado de filmar, mas criamos uma parte nova que ainda nem foi filmada. Na verdade, você é a primeira pessoa com quem eu falo sobre isso. O vídeo agora vai ser divido em duas partes. A primeira, que já foi filmada, é a perfomance minha e do Tom, com fundo branco e fundo preto. A parte nova é uma história criada em cima do título dá música (A Rejeição). Uma garota que dá em cima de um garoto, que é gay. O garoto gay que dá em cima de um cara, que é hétero. O hétero que dá em cima de uma garota que é lésbica. E a lésbica que dá em cima de uma garota que é hétero. A intenção é mostrar a "rejeição" em diferentes cenários, em diferentes aspectos. E ele se der tudo certo, ele deve ser lançado em julho. [O vídeo terminou de ser filmado nesse último fim-de-semana.]
MF: "All Yours" é uma música que ironiza com expressões médicas, expressões profissionais, levando para uma conotação mais sexual. Como por exemplo, "Does it hurt when I push here?" (Dói quando eu aperto aqui?), que é uma expressão médica clássica que a gente levou para o lado sexual. É uma música cheia de duplo sentido.
DM: Em "Apart", além da distância eu entendo esse trecho:
"They don't feel how we do
And we can't change our hearts
For theirs, though times we want to
They don't think like we do
And we can't change their minds,
Though times, again we try to"
["Eles não sentem como a gente
E nós não podemos mudar nossos corações
Pelo deles, embora às vezes nós quisessemos
Eles não pensam como a gente
E nós não podemos mudar a cabeça deles,
Embora às vezes, de novo nós tentássemos"]
como um questionamento sobre as pessoas em geral julgarem e entenderem o amor pela associação de gêneros diferentes, e não por entenderem o amor pelo ser humano em si. Poderia ser?
MF: Linda interpretação. E sim, totalmente se aplica. É isso que eu gosto, das pessoas lendo minhas letras e tendo diversas interpretações sobre aquilo, surgindo até com novos significados. Fico muito feliz quando isso acontece. Obrigado mesmo.
DM: Como você e o Tom se conheceram?
MF: Eu e o Tom nos conhecemos num casting para o espetáculo "Tommy", baseado no The Who, e por acaso, nós tínhamos uma amiga em comum, na verdade ela é uma das minhas melhores amigas. Tom estava criando músicas com um sintetizador, e procurava alguém que escrevesse e cantasse músicas, e eu escrevia e cantava e procurava alguém que tivesse a tecnologia, então ela teve a idéia de unir a gente, e assim começou o Dangerous Muse.
DM: Vocês saíram na capa da 'The Advocate', a revista gay de maior vendagem nos Estados Unidos. Na capa eles se referem a vocês como "Hot Queer Beats". Eu li que vocês evitam rótulos como homossexual, heterossexual, bissexual. Então vocês seriam pessoas que gostam de pessoas, independente do que elas têm entre as pernas?
MF: É exatamente isso. A gente recebeu várias críticas por ter dito que não gostamos da chamada da capa. Mas não é que a gente negue o "queer" (gay), a gente nega os rótulos. O termo gay é muito carregado de características que estão ultrapassadas, velhas mesmo. Existem diversos tipos de homens que gostam de homens, homens que gostam de mulheres, homens que gostam de homens e mulheres, e vice-versa. O que eu não acho legal é rotular tantas personalidades diferentes, tantos estilos de vidas diferentes como uma coisa só.
DM: E o novo álbum, quando ele vai ser lançado? Vai ser outro EP? Qual o nome?
MF: O nome vai ser "Give Me Danger", que é o nome de uma das músicas novas, que provavelmente vai ser a primeira música de trabalho do novo álbum. Mas a gente está resolvendo sobre o lançamento agora. Ou a gente lança um outro EP, com cinco músicas, no final de agosto, início de setembro, ou a gente faz um álbum mesmo, com 10 músicas, que seria lançado em dezembro. Mas tanto um quanto o outro seriam nosso primeiro lançamento físico (O "The Rejection EP", primeiro álbum da banda, só está disponível para compra no formato digital), então eles terão duas músicas do primeiro CD, "Apart? e "The Rejection". A dúvida é que a gente não queria deixar o pessoal que curte a gente esperando tanto tempo, mas vamos ver o que vai acontecer.
DM: Você tem ficado muito tempo em L.A. ultimamente. Quais são as maiores diferenças da cena eletrônica de Nova Iorque e Los Angeles?
MF: Em Nova Iorque, você sai à noite, e você escuta basicamente Rock, Electroclash, Hip-Hop, e quem sabe um Pop chiclete. Em Los Angeles a cena é mais progressiva, mais ligada aos novos estilos, é tudo sempre muito novo.
MF: Foi legal, mas eu não acho que é um lugar muito bom para novos artistas. Mas foi um ótimo lugar para conhecer pessoas, trocar experiências. Com certeza foi válido por isso.
DM: Quais são as suas influências? O que você tem escutado agora?
MF: Acho que tudo me influencia. Eu sempre tento experimentar coisas novas, lugares novos, a diferença e a novidade me inspiram. E eu tenho escutado bastante coisa por agora. Vou te dar uma lista completa, e longa. Rs. Bauhaus, Daft Punk, David Bowie, Dirty Sanchez, Erasure, Madonna, Joy Division, Les Rythmes Digitales, M.I.A., Morissey, Notorious BIG, Phil Collins, The Rapture, Red Hot Chili Peppers e Royksopp.
DM: O que você gostaria que as pessoas soubessem sobre você ou sobre a banda que nunca te perguntaram?
MF: Nunca me perguntaram sobre o meu hobby. Mas eu faço esculturas com argila e cerâmicas. E eu amo desenhar. Eu tenho sentido muita falta de fazer isso porque não tenho tido tempo. E sobre a banda, é que a gente está envolvido em tudo. A gente cuida de todo material gráfico, eu fiz o site dangerousmuse.com, e até pouco tempo atrás nós éramos nosso próprio empresário e nosso relações públicas. Então não é só a música, nós estamos envolvidos em todo o processo.
UM PEDACINHO DOS BASTIDORES DO NOVO VIDEO "THE REJECTION".
___dangerousmuse.com
22.5.06
CONFESSIONS TOUR
MADONNA - CONFESSIONS TOUR
A nova turnê de Madonna, "Confessions Tour", está dividida em 4 blocos.
Confira o set list mais um vídeo que achamos no emule.
BLOCO EQUESTRE
- future lovers
- get together
- like a virgin
- jump
BLOCO ORIENTE MÉDIO
- live to tell
- forbidden love
- isaac
- sorry
- like it or not
- sorry video reprise
BLOCO GLAM PUNK-ROCK
- i love new york
- ray of light
- let it will be
- drowned world / substitute for love
- paradise (not for me)
BLOCO DISCO
- disco inferno / music mashup
- erotica / you thrill me
- la isla bonita
- lucky star
- hung up
A nova turnê de Madonna, "Confessions Tour", está dividida em 4 blocos.
Confira o set list mais um vídeo que achamos no emule.
BLOCO EQUESTRE
- future lovers
- get together
- like a virgin
- jump
BLOCO ORIENTE MÉDIO
- live to tell
- forbidden love
- isaac
- sorry
- like it or not
- sorry video reprise
BLOCO GLAM PUNK-ROCK
- i love new york
- ray of light
- let it will be
- drowned world / substitute for love
- paradise (not for me)
BLOCO DISCO
- disco inferno / music mashup
- erotica / you thrill me
- la isla bonita
- lucky star
- hung up
11.5.06
ENTREVISTA - CSS
CANSEI DE SER SEXY
: entrevista
: por Dado Marietti
I'm still i'm still jane from the block
I used to have a little now i have a lot
No matter where i go i still know where i came from
Yeah yoh
Yeah yoh
I wanna be your j lo!!!!
DM: Como começou o CSS?
CSS: Começou em 2003. Estávamos entediados e resolvemos montar uma banda
para nos divertirmos.
DM: Vocês saem em turnê por agora com o Diplo e o Bonde do Rolê pelo Canadá e Estados Unidos. Como estão os preparativos pra turnê internacional?
CSS: Estamos muito animados. Como vamos fazer o show que temos feito há mais de um ano, não temos muito com o que nos preocupar tecnicamente. Estamos muito animados comprando roupas novas, fazendo ginástica para emagrecer e ficarmos bonitos.
DM: Qual a diferença do CSS antes e depois do Tim Festival 2004?
DM: Eu imagino que deve ter sido ótimo tocar no Tim, mas soube que vocês tiveram alguns problemas, como o soundcheck cancelado. Como isso repercutiu na banda e como isso afetou o show?
CSS: Foi um grande anticlímax pois investimos muito nesse show. Ensaiávamos três vezes por semana, seis horas seguidas. Aliás, o show só não foi uma catástrofe porque tínhamos ensaiado esse tanto. Tirando isso, definitivamente foi mágico.
DM: O som deixou de ser uma coisa improvisada e agora parece existir uma preocupação com a qualidade do que vocês tocam. Isso seria uma preocupação em se manter no cenário musical?
CSS: Não temos essa preocupação, de permanecer no cenário musical. Acabamos entrando nele sem a menor pretensão. Fazemos o que temos vontade, e se agora parece que temos mais preocupação com o que fazemos, é conseqüência do nosso amadurecimento.
CSS: Sinceramente eu não me preocupo com isso. Até pouco tempo atrás falavam que não duraríamos um ano, agora temos um contrato de três discos com a Sub Pop, temos turnês pelo mundo afora por mais de um ano já planejadas. Falem o que quiserem, continuem sendo pessoinhas maldosas, eu vou viajar que eu ganho mais.
DM: Qual a importância da estética no trabalho da banda?
CSS: Estética acaba existindo, independente do planejamento. No nosso caso, temos um cuidado com a nossa. Somos muito criteriosos com nossa imagem, não na produção dela, mas sim na divulgação. Não nos montamos, não nos maquiamos. Outro dia fomos tocar na zona norte de São Paulo e o dono do bar ficou puto, disse que estávamos mal vestidos, "de camiseta". Acho que muita gente quando pensa em nós tem uma imagem errada, acha que somos a abertura do Fantástico dos anos oitenta ao vivo.
DM: O nome da banda vem de uma declaração da Beyoncé, em que ela dizia que estava cansada de ser vista como um símbolo sexual. Além disso, a música de vocês faz menção a J.LO, Paris Hilton, entre outros. Então por trás da zuação, mostra que vocês acompanham de perto a cultura pop americana. Quais artistas pop americanos contemporâneos influenciam o trabalho de vocês?
CSS: Definitivamente a Sofia Coppola.
CSS: Se a pessoa é preconceituosa ela vai reclamar até se você tocar oboé com os pés debaixo da água. Nós fazemos música pra quem gosta de música. Já aconteceu depois de um show chegar um metaleiro com camiseta de uma banda de death metal e elogiar o show, "Não é o estilo que eu curto, mas foi um puta show".
DM: E quais são os projetos futuros?
CSS: Fazer a tour, gravar músicas novas e quem sabe morar fora do país um
tempo.
***
__________________ VIDEOS
OFF THE HOOK
*****
ALALA